Luiz-Olyntho Telles da Silva Psicanalista

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2009:

TEXTURAS EN PSICOANÁLISIS
AÑO 8  Nº 1  dic. 2008

La presentación es del último número de la revista Texturas en Psicoanálisis, año 8, nº1, diciembre de 2008. Como se puede ver, cumplimos con la sentencia apuesta por Lacan al final de La instancia de la letra en el inconsciente: T.t.y.m.u.p.t. Tu ahí te metiste un poco tarde. Parece tratar-se del destino de los que trabajan desde el après coup. Leia mais.

LA DIRECCIÓN DE LA CURA
EN LA CLÍNICA LACANIANA

de RICARDO LANDEIRA

Os analistas precisam ser tomados por sua originalidade, uma originalidade que inclua a capacidade de captar também a muitas vezes não sabida originalidade do outro. Freud dizia: é preciso reinventar a Psicanálise a cada caso! Assim, os analistas que o seguem não são os mesmos, nem com cada analisante, nem os mesmos em cada livro. Landeira, por exemplo, que já publicou diversos títulos, como O inconsciente lacaniano, Os fundamentos da Psicanálise lacaniana, A posição do sintoma e Que quer uma mulher quando isso não é tudo?, vem mostrando, em ato, sua potência para a originalidade. Leia mais.


AO REDOR DO ESCORPIÃO... UMA TARÂNTULA? ORQUESTRAÇÃO PARA DANÇAR E OUVIR
de Raimundo Carrero

O livro de Raimundo Carrero é a descrição de uma aventura no infinito do instante. Em cena, dois personagens: um homem e uma mulher, Leonardo e Alice. O cenário, um quarto feito para o amor, um quadro de amor. E há música no ar! Um jazz sofrido, lancinante e lânguido, tocando e embalando a cena.
Leia mais.


ASSOMBRAÇÕES E COISAS DO ALÉM
de Fátima Quintas
A religiosidade do homem parece ter começado com seu temor à morte. Enterrado o corpo, sua lembrança sobrevive . Ao chefe, protetor da caça, invocavam sua experiência protetora. Nasceram daí tanto as crenças como as crendices. Leia mais.


2008:

PENÉLOPE BLOOM
Estamos a falar de um romance, mas não de um romance qualquer, nem sequer de um entre outros maravilhosos romances. Estamos falando, senão do último romance, daquele que fecundou todos os que vieram depois: Ulisses, de James Joyce.  Leia mais


O SILÊNCIO DA CHUVA
Luiz Alfredo Garcia-Roza
São Paulo, Companhia das Letras, 2005, 243 pp.

A quarta capa do volume classifica o romance como policial. É verdade! Trata-se de uma aventura do detetive Espinosa, Delegado da 1ª D.P.  - Leia mais



A CASA DE PAPEL
Carlos María Domínguez
Tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro
São Paulo, Francis, 2006. 98 pp.

Como analisar um texto? Por certo há várias maneiras. Cada crítico terá suas preferências. Quanto a mim, provavelmente por defeito de ofício, prefiro partir dos parâmetros oferecidos pelo próprio texto. Leia mais


OS SILÊNCIOS DO CORONEL BRAMBLE
André Maurois
Tradução do texto: Alvaro Franco. Revisão e tradução dos versos: Mario Quintana. Capa: João Fahrion.
Porto Alegre, Livraria do Globo, 1944, 170pp.

Leia aqui uma página de André Maurois.


EL NIÑO EN ANÁLISIS Y E LUGAR DE LOS PADRES
Alba Flesler.
Buenos Aires, Paidós, 213 p.,2007.

Um livro, tal qual um filho, é sempre uma nova esperança. E aqui temos um livro a tratar disso, do lugar do filho, enquanto objeto na economia libidinal dos pais. (leia mais)

2007:

PALÁCIO PIRATINI: HISTÓRIA, ARQUITETURA E ARTE NA SEDE DO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL. Porto Alegre, Nova Prova, 180p. 29x35cm., 2007.
(leia mais)

ODISSÉIA de Homero
by Donaldo Schüler.
Porto Alegre, L&PM POCKET, 3 Volumes, 2007.
(leia mais)

FIM DE JOGO
De Samuel Beckett.
Direção: Luiz Paulo Vasconcellos.
Direção de elenco: Sandra Dani.
Elenco:
Zé Adão Barbosa, Jeffie Lopes,
Crissiani Sgarbi e Vinicius Meneguzzi. (leia mais)

MEDÉIA
Depois de Pasolini, Paulo Pontes e Chico Buarque, entre outros, Luciano Alabarce, com uma outra leitura, retoma a tragédia de Eurípides, onde Medéia se agiganta na interpretação de Sandra Dani. (leia mais)

BARTLEBY E COMPANHIA
Enrique Vila-Matas, São Paulo, Cosac Naify, 2004, Trad. de Maria Carolina de Araújo e Josely Vianna Baptista.

Enrique Vila-Matas começa suas notas de rastreador de Bartlebys (a classificação é dele mesmo) registrando a data de início: 8 de julho de 1999. De modo geral - deprendo isto da leitura do seu livro onde não registra a data de término - o que importa é a data do nascimento. A morte é indizível! Da própria não há como falar.(leia mais)

OLHOS DE CADELA
Ana Mariano
Porto Alegre, L&PM, 2007.

Os poemas de Ana Mariano têm a exuberante doçura de um Monet. As cores vão passando de objeto a objeto e ocultando cada vez mais o sujeito. Suas pinceladas, contudo, têm um efeito estranho! Elas nos possibilitam ver no que está o que não está. (leia mais)

MÚSICA PERDIDA
Luiz Antonio de Assis Brasil
Porto Alegre, L&PM, 222pp, 2006.

Em Música perdida, a história se passa em seis horas: das cinco da tarde - um pouco antes da hora da Ave Maria - até às onze horas da noite, número que não deixa de revelar um excesso a superar a plenitude do dez. Na verdade, há um depois, mesmo um depois das onze! (leia mais)

2004:

O TROMPETE DO FUHRO
Falemos da falta, da fal-ta, tá tá tá tá! Aí está um belíssimo exemplo de uma falta produtora de efeitos, e de sonoros efeitos. (leia mais)

2002:

O PEIXE MORRE PELO ABOCÁLIPCE
Comentário ao parágrafo intermediário da página 6, linhas 13-28 de FINNEGANS WAKE / FINNICIUS REVÉM
de JAMES JOYCE / DONALD SCHÜLER

Estamos no velório. As carpideiras ululam patéticas: “por quiski ocê murreu?” Pergunta sempre repetida e hipóteses nunca confirmadas. Havia uma desordem? Terça pode ser porção, mas certamente é dia de matar a sede! Na velada sede morta começa a vida. (leia mais)

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