| Luiz-Olyntho Telles da Silva Psicanalista |
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PENÉLOPE BLOOM Estamos a falar de um romance, mas não de um romance
qualquer, nem sequer de um entre outros maravilhosos romances. Estamos falando,
senão do último romance, daquele que fecundou todos os que vieram depois:
Ulisses, de James Joyce. Leia mais
O SILÊNCIO DA CHUVA Luiz Alfredo Garcia-Roza São Paulo, Companhia das Letras, 2005, 243 pp. A quarta capa do volume
classifica o romance como policial. É verdade! Trata-se de uma aventura
do detetive Espinosa, Delegado da 1ª D.P. - Leia mais
A CASA
DE PAPEL
Carlos María Domínguez Tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro São Paulo, Francis, 2006. 98 pp. Como analisar um texto?
Por certo há várias maneiras. Cada crítico terá suas preferências. Quanto
a mim, provavelmente por defeito de ofício, prefiro partir dos parâmetros
oferecidos pelo próprio texto. Leia mais
OS SILÊNCIOS DO CORONEL BRAMBLE André Maurois Tradução do texto: Alvaro Franco. Revisão e tradução dos versos: Mario Quintana. Capa: João Fahrion. Porto Alegre, Livraria do Globo, 1944, 170pp. Leia aqui uma página de André Maurois. EL NIÑO EN ANÁLISIS Y E LUGAR DE LOS PADRES Alba Flesler. Buenos Aires, Paidós, 213 p.,2007. Um livro, tal qual um filho, é sempre uma nova esperança. E aqui temos um livro a tratar disso, do lugar do filho, enquanto objeto na economia libidinal dos pais. (leia mais) 2007: PALÁCIO PIRATINI: HISTÓRIA, ARQUITETURA E ARTE NA SEDE DO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL. Porto Alegre, Nova Prova, 180p. 29x35cm., 2007. (leia mais) ODISSÉIA de Homero by Donaldo Schüler. Porto Alegre, L&PM POCKET, 3 Volumes, 2007. (leia mais) FIM DE JOGO De Samuel Beckett. Direção: Luiz Paulo Vasconcellos. Direção de elenco: Sandra Dani. Elenco: Zé Adão Barbosa, Jeffie Lopes, Crissiani Sgarbi e Vinicius Meneguzzi. (leia mais) MEDÉIA Depois de Pasolini, Paulo Pontes e Chico Buarque, entre outros, Luciano Alabarce, com uma outra leitura, retoma a tragédia de Eurípides, onde Medéia se agiganta na interpretação de Sandra Dani. (leia mais) BARTLEBY E COMPANHIA Enrique Vila-Matas, São Paulo, Cosac Naify, 2004, Trad. de Maria Carolina de Araújo e Josely Vianna Baptista. Enrique Vila-Matas começa suas notas de rastreador de Bartlebys (a classificação é dele mesmo) registrando a data de início: 8 de julho de 1999. De modo geral - deprendo isto da leitura do seu livro onde não registra a data de término - o que importa é a data do nascimento. A morte é indizível! Da própria não há como falar.(leia mais) OLHOS DE CADELA Ana Mariano Porto Alegre, L&PM, 2007. Os poemas de Ana Mariano têm a exuberante doçura de um Monet. As cores vão passando de objeto a objeto e ocultando cada vez mais o sujeito. Suas pinceladas, contudo, têm um efeito estranho! Elas nos possibilitam ver no que está o que não está. (leia mais) MÚSICA PERDIDA Luiz Antonio de Assis Brasil Porto Alegre, L&PM, 222pp, 2006. Em Música perdida, a história se passa em seis horas: das cinco da tarde - um pouco antes da hora da Ave Maria - até às onze horas da noite, número que não deixa de revelar um excesso a superar a plenitude do dez. Na verdade, há um depois, mesmo um depois das onze! (leia mais) 2004: O TROMPETE DO FUHRO Falemos da falta, da fal-ta, tá tá tá tá! Aí está um belíssimo exemplo de uma falta produtora de efeitos, e de sonoros efeitos. (leia mais) 2002: O PEIXE MORRE PELO ABOCÁLIPCE Comentário ao parágrafo intermediário da página 6, linhas 13-28 de FINNEGANS WAKE / FINNICIUS REVÉM de JAMES JOYCE / DONALD SCHÜLER Estamos no velório. As carpideiras ululam patéticas: “por quiski ocê murreu?” Pergunta sempre repetida e hipóteses nunca confirmadas. Havia uma desordem? Terça pode ser porção, mas certamente é dia de matar a sede! Na velada sede morta começa a vida. (leia mais) |
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