Luiz-Olyntho Telles da Silva Psicanalista

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2016:
ENTRE A ESPIGA E O PÃO @

UM OLHAR SOBRE A CEGUEIRA
(sobre MARIA CARPI) @

A POESIA ÉPICO-LÍRICA DE MARIA CARPI 2 @
 

2015:
AS MULHERES DE GARDEL
Apresentado no Instituto Ling, em Porto Alegre,  em novembro de 2015, e em abril de 2016, em Pelotas, no Instituto João Simões Lopes neto. (Leia aqui)

2014:
A POESIA ÉPICO-LÍRICA DE MARIA CARPI

Comentário por ocasião da Mesa Redonda sobre A poesia épico-lírica de Maria Carpi, organizada pela Editora HCE, com a Presença das professoras Nayr Tesser e Maria do Carmo Campos, coordenada pela Professora e Escritora Hilda Simões Lopes, na Saraiva Praia de Belas, em 09 de abril de 2014. (Leia mais)

2013:

O DICIONÁRIO DE AURELINHA
Sobre o livro
Expulsão

de Hilda Simões Lopes


O livro aborda um tema que nos tem a todos e a cada um. Hegel nos diz que somos jogados no mundo em estado de derrelição, e... (Leia mais)

AMOR SEM FIM
de Ian McEwan

Para um romance, a história é bem interessante. Mas ela é também um lugar conveniente para examinar a quase sempre difícil e mal compreendida diferença entre a Psiquiatria e a Psicanálise. Enfocá-la-ei aqui pela vertente da anamnese. (Leia mais)

2012:

O SENHOR DAS MATEMÁTICAS
de Maria Carpi


   

    Nesse livro de Maria Carpi, o narrador trata exclusivamente de seus próprios sonhos, o que não quer dizer fale só dos seus. Não! Ela sabe muito bem que não se vive sem o outro, e invoca O último suspiro, de Buñuel (p.21), no qual o cineasta narra um sonho parecido com um dos relatados por ela. (Leia mais)

2011:

A Senhora Selvagem
de Berenice Sica Lamas

A senhora selvagem é um pouco como ver o retrato lírico de nossos avós, ainda em preto e branco, passando pelo sépia, ganhando cores e começando a quebrar as formas, decompondo-se, como em quadro de Braque, talvez, para melhor nos deixar ver o que a forma fechada fecha. (leia mais)

2010:

PROGRAMA DESENVOLVIDO NA
LIVRARIA SARAIVA @

O homem que era Quinta-Feira
de G.K.Chesterton
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Chesterton, que além de escritor e jornalista, também foi poeta, dedicou-o ao seu colega da St. Paul School, em Londres, Edmund Clerihew Bentley, criador dos clerihews, poemas whimsical, fantasiosos, de quatro linhas biográficas. (leia mais)

A interpretação de Sonhos
de Sigmund Freud

Sem duvida, um texto revolucionário, como o foram, em seu tempo, os de Copérnico e o de Darwin, ensinando-nos que não somos o centro do universo e que não nascemos exatamente como somos agora, mas sim o resultado de uma longa evolução da espécie animal.  A ofensa de Freud é a de ter dito que não somos tão senhores de nós mesmos como supõe nossa consciência. (leia mais).

O Alienista
de Machado de Assis
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET
Quando se escolhe um texto para comentar, enfrenta-se pelo menos duas dúvidas: será o mais adequado? Estaremos à altura do texto para comentá-lo? Tratando-se de Machado de Assis, a primeira dúvida se apequena porque temos certa intimidade com o autor. E não falo apenas de mim, tenho a impressão de que no nosso meio o sentimento é geral, mesmo entre os que pouco o leram e até entre os que nada leram. (leia mais)

O dia em que Lacan me adotou
de Gérard Haddad
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

O dia em que Lacan me adotou é um romance autobiográfico. É um romance maduro, de alguém que por toda a vida, desde a adolescência, buscou ser um escritor. Neste percurso, passa por diversos avatares, inclusive (leia mais)

O filho eterno
de Cristovão Tezza
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

O filho eterno é um romance de amor, de amor e gratidão. O amor diz de um primeiro tempo necessário às relações, e a gratidão é um jeito de dizer que se aprendeu a lição. (leia mais).

As sereias de Leopold Bloom
de James Joyce
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Comentário ao 11º capítulo do Ulisses:
Tendo escapado das rochas, no capítulo anterior, o labirinto das ruas de Dublin por onde faíscam as rodas de aço da carroça do vice-rei, e antes de se enfrentar com Polifemo, em Ulisses o enorme Cidadão que – na falta de uma enorme pedra –, termina por jogar nele uma parodística lata de biscoitos, Leopold Blomm passa, no capítulo onze, pelas sereias. (leia mais)

O Ulisse de James Joyce
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Escrito entre 1914 e 1922, enquanto Joyce morou em Trieste, Zurique e Paris, Ulisses desenvolve-se em torno a três personagens, os quais impregnam, com seu selo, as três partes do romance: S, de Stephen Dedalus, P, de Poldy e M, de Molly, os dois últimos, respectivamente, hipocorísticos de Leopold Paula Bloom e Marion Bloom. Os que o consideraram o cume de todos os romances, chegaram a essa consideração devido a seu caráter de paródia de A Odisséia, de Homero. O substrato para tal estava contido em uma frase atribuída a Kierkegaard: toda fase histórica termina com a paródia de si própria. Era o que tinha acontecido com o Don Quixote em relação aos romances de cavalaria. (leia mais)

Os meninos da rua Paulo
de Ferenc molnár
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Aqui, em um primeiro plano, estamos às voltas com uma idade de formação dos caracteres, estamos em uma idade de transição. São dois grupos de meninos que gostam, como todos os meninos, de jogar bola. (leia mais)

O SENHOR EMBAIXADOR
de ERICO VERISSIMO
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Em 1965, em pleno golpe militar, Erico Verissimo, com a coragem de um bravo, amplia nossos horizontes.

Quando a liberdade de expressão estava restrita, encontrou uma maneira de deslocar a atenção da censura para outra geografia, e aí então contar sua história. (Leia mais)


2009:

TEXTURAS EN PSICOANÁLISIS
AÑO 8  Nº 1  dic. 2008

La presentación es del último número de la revista Texturas en Psicoanálisis, año 8, nº1, diciembre de 2008. Como se puede ver, cumplimos con la sentencia apuesta por Lacan al final de La instancia de la letra en el inconsciente: T.t.y.m.u.p.t. Tu ahí te metiste un poco tarde. Parece tratar-se del destino de los que trabajan desde el après coup. Leia mais.

LA DIRECCIÓN DE LA CURA
EN LA CLÍNICA LACANIANA

de RICARDO LANDEIRA

Os analistas precisam ser tomados por sua originalidade, uma originalidade que inclua a capacidade de captar também a muitas vezes não sabida originalidade do outro. Freud dizia: é preciso reinventar a Psicanálise a cada caso! Assim, os analistas que o seguem não são os mesmos, nem com cada analisante, nem os mesmos em cada livro. Landeira, por exemplo, que já publicou diversos títulos, como O inconsciente lacaniano, Os fundamentos da Psicanálise lacaniana, A posição do sintoma e Que quer uma mulher quando isso não é tudo?, vem mostrando, em ato, sua potência para a originalidade. Leia mais.


AO REDOR DO ESCORPIÃO... UMA TARÂNTULA? ORQUESTRAÇÃO PARA DANÇAR E OUVIR
de Raimundo Carrero
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

O livro de Raimundo Carrero é a descrição de uma aventura no infinito do instante. Em cena, dois personagens: um homem e uma mulher, Leonardo e Alice. O cenário, um quarto feito para o amor, um quadro de amor. E há música no ar! Um jazz sofrido, lancinante e lânguido, tocando e embalando a cena.
Leia mais.


ASSOMBRAÇÕES E COISAS DO ALÉM
de Fátima Quintas
A religiosidade do homem parece ter começado com seu temor à morte. Enterrado o corpo, sua lembrança sobrevive . Ao chefe, protetor da caça, invocavam sua experiência protetora. Nasceram daí tanto as crenças como as crendices. Leia mais.


2008:

PENÉLOPE BLOOM
Estamos a falar de um romance, mas não de um romance qualquer, nem sequer de um entre outros maravilhosos romances. Estamos falando, senão do último romance, daquele que fecundou todos os que vieram depois: Ulisses, de James Joyce.  Leia mais


O SILÊNCIO DA CHUVA
Luiz Alfredo Garcia-Roza
São Paulo, Companhia das Letras, 2005, 243 pp.
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UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

A quarta capa do volume classifica o romance como policial. É verdade! Trata-se de uma aventura do detetive Espinosa, Delegado da 1ª D.P.  - Leia mais



A CASA DE PAPEL
Carlos María Domínguez
Tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro
São Paulo, Francis, 2006. 98 pp.
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UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Como analisar um texto? Por certo há várias maneiras. Cada crítico terá suas preferências. Quanto a mim, provavelmente por defeito de ofício, prefiro partir dos parâmetros oferecidos pelo próprio texto. Leia mais


OS SILÊNCIOS DO CORONEL BRAMBLE
André Maurois
Tradução do texto: Alvaro Franco. Revisão e tradução dos versos: Mario Quintana. Capa: João Fahrion.
Porto Alegre, Livraria do Globo, 1944, 170pp.

Leia aqui uma página de André Maurois.


EL NIÑO EN ANÁLISIS Y E LUGAR DE LOS PADRES
Alba Flesler.
Buenos Aires, Paidós, 213 p.,2007.

Um livro, tal qual um filho, é sempre uma nova esperança. E aqui temos um livro a tratar disso, do lugar do filho, enquanto objeto na economia libidinal dos pais. (leia mais)

2007:

PALÁCIO PIRATINI: HISTÓRIA, ARQUITETURA E ARTE NA SEDE DO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL. Porto Alegre, Nova Prova, 180p. 29x35cm., 2007.
(leia mais)

ODISSÉIA de Homero
by Donaldo Schüler.
Porto Alegre, L&PM POCKET, 3 Volumes, 2007.
(leia mais)

FIM DE JOGO
De Samuel Beckett.
Direção: Luiz Paulo Vasconcellos.
Direção de elenco: Sandra Dani.
Elenco:
Zé Adão Barbosa, Jeffie Lopes,
Crissiani Sgarbi e Vinicius Meneguzzi. (leia mais)
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET


MEDÉIA
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Depois de Pasolini, Paulo Pontes e Chico Buarque, entre outros, Luciano Alabarce, com uma outra leitura, retoma a tragédia de Eurípides, onde Medéia se agiganta na interpretação de Sandra Dani. (leia mais)

BARTLEBY E COMPANHIA
Enrique Vila-Matas, São Paulo, Cosac Naify, 2004, Trad. de Maria Carolina de Araújo e Josely Vianna Baptista.
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET
Enrique Vila-Matas começa suas notas de rastreador de Bartlebys (a classificação é dele mesmo) registrando a data de início: 8 de julho de 1999. De modo geral - deprendo isto da leitura do seu livro onde não registra a data de término - o que importa é a data do nascimento. A morte é indizível! Da própria não há como falar.(leia mais)

OLHOS DE CADELA
Ana Mariano
Porto Alegre, L&PM, 2007.
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Os poemas de Ana Mariano têm a exuberante doçura de um Monet. As cores vão passando de objeto a objeto e ocultando cada vez mais o sujeito. Suas pinceladas, contudo, têm um efeito estranho! Elas nos possibilitam ver no que está o que não está. (leia mais)

MÚSICA PERDIDA
Luiz Antonio de Assis Brasil
Porto Alegre, L&PM, 222pp, 2006.
INCLUIDO EM
UM ELEFANTE EM ALBANY STREET

Em Música perdida, a história se passa em seis horas: das cinco da tarde - um pouco antes da hora da Ave Maria - até às onze horas da noite, número que não deixa de revelar um excesso a superar a plenitude do dez. Na verdade, há um depois, mesmo um depois das onze! (leia mais)

2004:

O TROMPETE DO FUHRO
Falemos da falta, da fal-ta, tá tá tá tá! Aí está um belíssimo exemplo de uma falta produtora de efeitos, e de sonoros efeitos. (leia mais)

2002:

O PEIXE MORRE PELO ABOCÁLIPCE
Comentário ao parágrafo intermediário da página 6, linhas 13-28 de FINNEGANS WAKE / FINNICIUS REVÉM
de JAMES JOYCE / DONALD SCHÜLER

Estamos no velório. As carpideiras ululam patéticas: “por quiski ocê murreu?” Pergunta sempre repetida e hipóteses nunca confirmadas. Havia uma desordem? Terça pode ser porção, mas certamente é dia de matar a sede! Na velada sede morta começa a vida. (leia mais)

Conheça a



Autores criticados:

- Alba Flesler
- Ana Mariano
- André Maurois

-
Berenice Sica Lamas
- Carlos María Domínguez
- Cecília Plá
- Cristovão Tezza
- David Krapf
- Donaldo Schüler
- Enrique Vila-Matas
- Erico Verissimo
- Ernesto Daniel Márquez
- Eurípides
- Fátima Quintas
- Ferenc Molnár
- G. K. Chesterton

- Gérard Haddad
- Günter Weimer
- Hilda Simões Lopes
- Ian McEwan
- James Joyce (I)
- James Joyce (II)
- James Joyce (III)
- James Joyce (IV)
- Juan Carlos Mosca
- Luiz Alfredo Garcia-Roza
- Luiz Antonio de Assis Brasil (I)
- Luiz Antonio de Assis Brasil (II)
- Luiz Eduardo Achutti
- Machado de Assis

- Maria Carpi
- Maria Carpi
- Maria Sette

- Osvaldo Couso
- Osvaldo Delfabro
- Paulo Raymundo Gasparotto
- Raimundo Carrero
- Ricardo Landeira
- Samuel Beckett
- Sergio Rodríguez
- Sigmund Freud