| Luiz-Olyntho Telles da Silva Psicanalista |
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Textos: - Psicanalíticos - Crítica - Contos - + recente |
O dia em que Lacan me adotou de Gérard Haddad O dia em que Lacan me adotou é um romance autobiográfico. É um romance maduro, de alguém que por toda a vida, desde a adolescência, buscou ser um escritor. Neste percurso, passa por diversos avatares, inclusive (leia mais) O filho eterno de Cristovão Tezza O filho eterno é um romance de amor, de amor e gratidão. O amor diz de um primeiro tempo necessário às relações, e a gratidão é um jeito de dizer que se aprendeu a lição. (leia mais). As sereias de Leopold Bloom de James Joyce Comentário ao 11º capítulo do Ulisses: Tendo
escapado das rochas, no capítulo anterior, o labirinto das ruas de Dublin
por onde faíscam as rodas de aço da carroça do vice-rei, e antes de se enfrentar
com Polifemo, em Ulisses o enorme Cidadão que – na falta de uma enorme
pedra –, termina por jogar nele uma parodística lata de biscoitos, Leopold
Blomm passa, no capítulo onze, pelas sereias. (leia mais)
O Ulisse de James Joyce Escrito
entre 1914 e 1922, enquanto Joyce morou em Trieste, Zurique e Paris, Ulisses
desenvolve-se em torno a três personagens, os quais impregnam, com seu selo,
as três partes do romance: S, de Stephen Dedalus, P, de Poldy
e M, de Molly, os dois últimos, respectivamente, hipocorísticos de
Leopold Paula Bloom e Marion Bloom. Os que o consideraram o cume de todos
os romances, chegaram a essa consideração devido a seu caráter de paródia
de A Odisséia, de Homero. O substrato para tal estava contido em
uma frase atribuída a Kierkegaard: toda fase histórica termina com a
paródia de si própria. Era o que tinha acontecido com o Don Quixote
em relação aos romances de cavalaria. (leia
mais)
Os meninos da rua Paulo de Ferenc molnár Aqui,
em um primeiro plano, estamos às voltas com uma idade de formação dos caracteres,
estamos em uma idade de transição. São dois grupos de meninos que gostam,
como todos os meninos, de jogar bola. (leia
mais)
O SENHOR EMBAIXADOR de ERICO VERISSIMO Em
1965, em pleno golpe militar, Erico Verissimo, com a coragem de um bravo,
amplia nossos horizontes.
Quando a liberdade de expressão estava restrita, encontrou uma maneira de deslocar a atenção da censura para outra geografia, e aí então contar sua história. (Leia mais) 2009: TEXTURAS EN PSICOANÁLISIS AÑO 8 Nº 1 dic. 2008 La presentación es del último número de la revista Texturas
en Psicoanálisis, año 8, nº1, diciembre de 2008. Como se puede ver, cumplimos
con la sentencia apuesta por Lacan al final de La instancia de la
letra en el inconsciente: T.t.y.m.u.p.t. Tu ahí te metiste un
poco tarde. Parece tratar-se del destino de los que trabajan desde
el après coup. Leia mais.
LA DIRECCIÓN DE LA CURA EN LA CLÍNICA LACANIANA de RICARDO LANDEIRA Os analistas
precisam ser tomados por sua originalidade, uma originalidade que inclua
a capacidade de captar também a muitas vezes não sabida originalidade
do outro. Freud dizia: é preciso reinventar a Psicanálise a cada caso!
Assim, os analistas que o seguem não são os mesmos, nem com cada analisante,
nem os mesmos em cada livro. Landeira, por exemplo, que já publicou diversos
títulos, como O inconsciente lacaniano, Os fundamentos da
Psicanálise lacaniana, A posição do sintoma e Que quer
uma mulher quando isso não é tudo?, vem mostrando, em ato, sua potência
para a originalidade. Leia mais.
AO REDOR DO ESCORPIÃO... UMA TARÂNTULA? ORQUESTRAÇÃO PARA DANÇAR E OUVIR de Raimundo Carrero O livro
de Raimundo Carrero é a descrição de uma aventura no infinito do instante.
Em cena, dois personagens: um homem e uma mulher, Leonardo e Alice. O
cenário, um quarto feito para o amor, um quadro de amor. E há música no
ar! Um jazz sofrido, lancinante e lânguido, tocando e embalando a cena.
ASSOMBRAÇÕES E COISAS DO
ALÉMLeia mais. de Fátima Quintas A religiosidade
do homem parece ter começado com seu temor à morte. Enterrado o corpo,
sua lembrança sobrevive . Ao chefe, protetor da caça, invocavam sua experiência
protetora. Nasceram daí tanto as crenças como as crendices. Leia mais.
2008: PENÉLOPE BLOOM Estamos a falar de um romance, mas não de um romance
qualquer, nem sequer de um entre outros maravilhosos romances. Estamos
falando, senão do último romance, daquele que fecundou todos os que vieram
depois: Ulisses, de James Joyce. Leia
mais
O SILÊNCIO DA CHUVA Luiz Alfredo Garcia-Roza São Paulo, Companhia das Letras, 2005, 243 pp. A quarta capa do volume
classifica o romance como policial. É verdade! Trata-se de
uma aventura do detetive Espinosa, Delegado da 1ª D.P. - Leia mais
A CASA
DE PAPEL
Carlos María Domínguez Tradução de Maria Paula Gurgel Ribeiro São Paulo, Francis, 2006. 98 pp. Como analisar um texto?
Por certo há várias maneiras. Cada crítico terá suas preferências.
Quanto a mim, provavelmente por defeito de ofício, prefiro partir dos
parâmetros oferecidos pelo próprio texto. Leia mais
OS SILÊNCIOS DO CORONEL BRAMBLE André Maurois Tradução do texto: Alvaro Franco. Revisão e tradução dos versos: Mario Quintana. Capa: João Fahrion. Porto Alegre, Livraria do Globo, 1944, 170pp. Leia aqui uma página de André Maurois. EL NIÑO EN ANÁLISIS Y E LUGAR DE LOS PADRES Alba Flesler. Buenos Aires, Paidós, 213 p.,2007. Um livro, tal qual um filho, é sempre uma nova esperança. E aqui temos um livro a tratar disso, do lugar do filho, enquanto objeto na economia libidinal dos pais. (leia mais) 2007: PALÁCIO PIRATINI: HISTÓRIA, ARQUITETURA E ARTE NA SEDE DO GOVERNO DO RIO GRANDE DO SUL. Porto Alegre, Nova Prova, 180p. 29x35cm., 2007. (leia mais) ODISSÉIA de Homero by Donaldo Schüler. Porto Alegre, L&PM POCKET, 3 Volumes, 2007. (leia mais) FIM DE JOGO De Samuel Beckett. Direção: Luiz Paulo Vasconcellos. Direção de elenco: Sandra Dani. Elenco: Zé Adão Barbosa, Jeffie Lopes, Crissiani Sgarbi e Vinicius Meneguzzi. (leia mais) MEDÉIA Depois de Pasolini, Paulo Pontes e Chico Buarque, entre outros, Luciano Alabarce, com uma outra leitura, retoma a tragédia de Eurípides, onde Medéia se agiganta na interpretação de Sandra Dani. (leia mais) BARTLEBY E COMPANHIA Enrique Vila-Matas, São Paulo, Cosac Naify, 2004, Trad. de Maria Carolina de Araújo e Josely Vianna Baptista. Enrique Vila-Matas começa suas notas de rastreador de Bartlebys (a classificação é dele mesmo) registrando a data de início: 8 de julho de 1999. De modo geral - deprendo isto da leitura do seu livro onde não registra a data de término - o que importa é a data do nascimento. A morte é indizível! Da própria não há como falar.(leia mais) OLHOS DE CADELA Ana Mariano Porto Alegre, L&PM, 2007. Os poemas de Ana Mariano têm a exuberante doçura de um Monet. As cores vão passando de objeto a objeto e ocultando cada vez mais o sujeito. Suas pinceladas, contudo, têm um efeito estranho! Elas nos possibilitam ver no que está o que não está. (leia mais) MÚSICA PERDIDA Luiz Antonio de Assis Brasil Porto Alegre, L&PM, 222pp, 2006. Em Música perdida, a história se passa em seis horas: das cinco da tarde - um pouco antes da hora da Ave Maria - até às onze horas da noite, número que não deixa de revelar um excesso a superar a plenitude do dez. Na verdade, há um depois, mesmo um depois das onze! (leia mais) 2004: O TROMPETE DO FUHRO Falemos da falta, da fal-ta, tá tá tá tá! Aí está um belíssimo exemplo de uma falta produtora de efeitos, e de sonoros efeitos. (leia mais) 2002: O PEIXE MORRE PELO ABOCÁLIPCE Comentário ao parágrafo intermediário da página 6, linhas 13-28 de FINNEGANS WAKE / FINNICIUS REVÉM de JAMES JOYCE / DONALD SCHÜLER Estamos no velório. As carpideiras ululam patéticas: “por quiski ocê murreu?” Pergunta sempre repetida e hipóteses nunca confirmadas. Havia uma desordem? Terça pode ser porção, mas certamente é dia de matar a sede! Na velada sede morta começa a vida. (leia mais) |
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